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  • Restaurante Cervejaria A Tribuna Mapa Loures, Portugal

    Aqui, a comida dá muita energia, sempre com pratos do dia de raiz africana, da moqueca à moamba, com passagem por Portugal (atenção ao arroz de pato de fusão cabo-verdiana ou às iscas de porco). O restaurante fica nas Laranjeiras e aos almoços enche-se de uma clientela fiel que vai de escriturários a atletas do Benfica e do Sporting. Do Wagyu “floco de neve” à entranha Black Angus, passando por cortes de porco, cordeiro e marisco, o menu é uma aula carnívora. Tudo foi pensado ao pormenor – e isso também se sente no preço, que corresponde ao “segmento médio-alto” que o chef quer conquistar no Chiado. Este último, à noite, transforma-se no After Dark, um izakaya com o chef Matheus Simões Martins ao comando.

    O Palacete Severo, inaugurado no final de 2024, é um dos mais bonitos espaços do Porto. Entre eles está a katsu sando, preparada com porco, sauerkraut, mostarda e brioche e uma nova versão do smørrebrød, uma tosta aberta com salmão, abacate e ovo, em pão de centeio. Com a mudança, o projecto criado pelos irmãos Patrícia e Emanuel Sousa tem mais espaço, uma carta recheada de novidades, incluindo pizzas, e um horário alargado.

    A PSP está a tentar identificar os elementos da claque benfiquista No Name Boys que no sábado à noite deflagraram engenhos pirotécnicos num restaurante em Sintra, uma ocorrência que resultou em ferimentos num polícia, foi hoje anunciado. Avenida da Liberdade é sinónimo de compras de luxo e, durante alguns dias, também equivale a boa música, mas quando a fome aperta,… Simples, com recheios clássicos ou opções mais… Cura para constipações e ressacas, aconchego em dias frios, complemento em dias quentes, comida de conforto. São pequenas bolinhas de felicidade importadas do Brasil, mais especificamente de São Paulo.

    A comida é de tacho, de forno e a conta é sempre certa, 25€, com bebida, café e diferentes entradas incluídas e sobremesa – uma fartazana! Sem qualquer pretensiosismo e com toda a simpatia, o casal natural de Ponte da Barca recebe-nos como se da família fizéssemos parte – e a magia é que isto vale tanto para clientes de sempre como para alguém que ali chega pela primeira vez. Pelas suas ruas estreitas e casas coloridas, pelos miradouros com vistas de cortar a respiração, pelas galerias cheias de arte antiga e contemporânea, pelos jardins e museus, e pelos restaurantes com comida tradicional ou do mundo.

    Os melhores restaurantes em Benfica

    De portas abertas há menos de um ano em Lisboa, o Encanto de José Avillez e o Kabuki, que tem na cozinha o chef Paulo Alves, conquistaram a… Com o intuito de atender os sócios e os turfistas frequentadores do hipódromo, negociamos um acordo com o Grupo Irajá, capitaneado pelo renomado chef Pedro de Artagão. Era desejo dos sócios reestabelecer os serviços no local, o que foi também objeto de promessa específica quando na eleição da atual administração. Vimos à sua estimada presença para esclarecer as mudanças na alocação de mesas e frequência do 3° andar da nossa Tribuna Social.

    Restaurante Tribuna

    Significa “limpo” em sérvio – no fundo, limpo de preconceitos, à semelhança do chef. Para experiências mais ligeiras às mãos do chef, também no Chiado, tem o Cantinho do Avillez e o Bairro do Avillez, onde pode optar pela Taberna, o Páteo, o Mini Bar e a Pizzaria Lisboa. Num ambiente simultaneamente enfático e descontraído, para que a experiência possa ser aproveitada em pleno, o chef propõe um menu de degustação de grande nível (e já não os dois de outros tempos). O chef João Magalhães Correia, um dos mais talentosos da cidade, abriu com a equipa do Imprensa este restaurante-bar. Esse acordo prevê a exploração de eventos no ClubHouse e no Salão de Apostas, sendo que, neste último, serão realizadas festas de casamento entre outros eventos em dias em que não haja corrida.

    Semana Gastronómica do Bacalhau, em Bragança, regressa de 23 a 30 de março

    O chef encarou o desafio de frente e hoje tem nas mãos um dos mais entusiasmantes restaurantes de alta-cozinha na cidade. O espaço é pequeno e descontraído, mas convém fazer reserva. Para ambos está prevista a harmonização, a partir de uma carta de vinhos cuidada e que foi sempre um dos cartões de visita da casa. Das mãos do chef saem pratos como o vol-au-vent de lavagante e moleja ou o pithivier de novilho e trufa.

    • O chef encarou o desafio de frente e hoje tem nas mãos um dos mais entusiasmantes restaurantes de alta-cozinha na cidade.
    • Por um lado, é a colecção privada de Paulo Macedo, com natural foco no pintor modernista Cícero Dias, que faz do espaço uma autêntica galeria.
    • Exelente atendimento, preço qualidade tmb exelente, elegância e pratos regionais para quem gosta de comer com qualidade e quantidade!
    • Depois deste primeiro espaço em Matosinhos, aberto em 2018, seguiu-se um outro no Porto, em Cedofeita, e, mais recentemente, no Time Out Market, na Ala Sul da Estação de São Bento.
    • O ambiente neste espaço, marcadamente escandinavo, convida a relaxar com uma playlist cuidada e livros de gastronomia sobre as mesas.
    • Na altura certa, é dos melhores restaurantes da cidade para comer lampreia, vinda precisamente do Alto Minho.

    Portugal: Destinos em destaque

    Não é dos maiores bairros da cidade, mas nem por isso faltam opções para comer. É “a” tasquinha para comer caracóis nos meses em que os rastejantes dão o ar da sua graça, mas é também o sítio certo para comer um bife à casa com batatas fritas, pregos, iscas, costeletas de borrego ou arroz de lingueirão. Cresceu no espaço, no pessoal e nos preços, mas não perdeu a alma de casa de pasto. Ao almoço funciona com menu e 12€ incluem o couvert, o prato, a sobremesa, a bebida e o café – há sempre três opções, uma de carne, outra de peixe e um consensual bitoque (já por lá comemos uma açorda com cavala alimada, um arroz de polvo e até uma https://tribunasportsbar.pt/ cabidela). Foi o casal, vindo de Monção, que abriu o restaurante apostado em servir o melhor da sua região.

    O destaque, ainda assim, vai para a parede do fundo da sala que, bem colorida, está pintada de animais, plantas e folhas verdes, e formas e elementos que remetem para a restante decoração. O projecto, idealizado pelo agente musical Rodrigo Balona, oferece um ambiente acolhedor, onde a direcção da cozinha cabe ao chef David da Conceição. As margaritas podem ser de lima, manga, maracujá ou morango e há ainda sangrias, vinhos, mojitos e cervejas, bem como opções sem álcool, como o mocktail de goiaba. Do Mex Factory ficou o ringue de boxe no meio da sala e especialidades como o guacamole, a tostada de atún e os churros com doce de leite. Ao jantar, as opções ganham outra substância com pratos de conforto que vão dos aromáticos pad thais aos caris, amiúde pontuados por subtis piscares de olho ao receituário nacional. O novo espaço, que inclui um terraço com vista de rio, funciona agora de forma ininterrupta.

    Com cozinha aberta e ambiente tranquilo, o serviço é eficaz e tem o seu momento na altura das sobremesas, com o “kinder joy”, um doce com leite condensado, chocolate e avelã que se apresenta numa taça em forma de ovo Kinder. Na mais célebre casa das Portas de Santo Antão, tudo acontece à boa maneira antiga, seja ao balcão ou nas mesas do restaurante, apesar de a experiência ser bem diferente. No final, acabe com um arroz doce, uma baklava, uma mamounia ou uns bolinhos de pistáchio, sobremesas que também se podem levar para casa. O ambiente pesado não mudou, tal como a lista deliciosamente parada no tempo , que mantém o cocktail de marisco nos “acepipes”, o bife raspado nos pratos e a banana flambé nas sobremesas. Para terminar tem sobremesas tradicionais, do arroz doce (4,50€) à mousse de chocolate (4,50€).

    Com um serviço seguro, há dois menus de degustação disponíveis, de cinco e de sete momentos, com algumas opções à carta para completar a experiência. A sala apresenta uma decoração moderna e cosmopolita onde terá o prazer de colecionar agradáveis momentos e experiências gastronómicas. Decoração brutal, carnes de excelente qualidade, sobremesas incríveis e um atendimento e simpatia excepcionais! Nas sobremesas, a amêndoa, um produto característico da região, é a estrela, presente em criações como o bolo inglês e as queijadas. Dos pequenos-almoços de hotel onde tem direito a espéctaculo de showcooking aos cafés mais pequeninos com opções minimalistas ou nórdicas e espaços para os miúdos correrem e brincarem.

  • Länder ohne IBAN: So funktionieren Zahlungen mit Kontonummer und Routing-Code

    Warum eine deutsche IBAN dort nicht weiterführt

    Die IBAN ist kein weltweiter Standard. In den USA, Kanada, Australien oder Japan arbeiten Banken überwiegend mit nationalen Kontosystemen. Für eine Zahlung dorthin reicht die deutsche IBAN-Maske im Onlinebanking deshalb nicht aus. Die Empfängerseite verlangt meist eine Kontonummer und einen nationalen Bank- oder Filialcode; für die grenzüberschreitende Weiterleitung wird häufig zusätzlich der BIC benötigt. Welche Angaben nötig sind, hängt vom Zielland, der Empfängerbank und der Zahlungsart ab.

    Prüfen Sie die Angaben anhand der Rechnung oder der Zahlungsanweisung und nutzen Sie bei Bedarf https://iban-ermitteln.de/. Fehlt eine Angabe oder wirkt sie nachträglich ergänzt, sollte die Zahlung nicht durch Raten vervollständigt werden.

    Welche Angaben nationale Systeme verlangen

    Außerhalb des IBAN-Systems unterscheiden sich die Bausteine deutlich. In einem Land bezeichnet der Routing-Code die Bank, in einem anderen zusätzlich eine Filiale oder eine bestimmte Zahlungsstrecke. Daneben können Kontonummer, Name und Anschrift des Empfängers, Anschrift der Bank sowie ein Zahlungszweck verlangt werden. Manchmal gibt es getrennte Angaben für Überweisungen innerhalb des Landes und für internationale Zahlungen. Die Daten sollten deshalb direkt aus den Zahlungsanweisungen der Empfängerbank stammen, nicht aus einer selbst gebildeten Kombination.

    Kontonummer, Routing-Code und BIC haben verschiedene Aufgaben

    Die Kontonummer weist auf das Zielkonto hin, der nationale Routing-Code führt den Auftrag durch das jeweilige Bankensystem. Der BIC beschreibt dagegen ein international erreichbares Kreditinstitut und wird für die Weiterleitung genutzt. Diese Angaben sind nicht austauschbar. Eine Kontonummer ohne passenden nationalen Code kann nicht zugeordnet werden; ein richtiger BIC macht eine falsche Kontonummer nicht richtig. Bei manchen Aufträgen übernimmt die Bank technische Zuordnungen, bei anderen muss der Kunde jedes Feld selbst ausfüllen.

    Diese Fehler sind besonders folgenreich

    Bei einer nicht passenden Kontoverbindung kann der Auftrag abgewiesen, zurückgeleitet oder einem falschen Konto zugeordnet werden. Auch ein Zahlendreher, ein fehlender Filialcode oder eine veraltete Bankangabe kann die Nachforschung erschweren. Kontrollieren Sie die Schreibweise anhand des Originaldokuments und achten Sie darauf, ob die Empfängerbank zwischen einer nationalen und einer internationalen Kontonummer unterscheidet. Bei einem hohen oder geschäftlich wichtigen Betrag ist eine Rückfrage bei der eigenen Bank sinnvoll, bevor der Auftrag erteilt wird.

    Schutz vor manipulierten Zahlungsdaten

    Ein erhöhtes Risiko besteht, wenn Kontodaten unerwartet per Nachricht geändert werden oder ein Geschäftspartner plötzlich ein anderes Land als Zahlungsziel nennt. Maßgeblich ist dann nicht die Dringlichkeit des Schreibens, sondern die unabhängige Bestätigung über einen bereits bekannten Kontaktweg. Teilen Sie keine Zugangsdaten oder Freigabecodes mit. Wenn Sie eine Zahlung an falsche Daten ausgelöst haben oder einen Betrug vermuten, informieren Sie unverzüglich die eigene Bank und sichern Sie Rechnung, Nachrichten und Zahlungsbeleg. Für die weitere Einordnung kommen außerdem eine Verbraucherzentrale oder eine Rechtsberatung infrage.

    Vor dem Auftrag: die entscheidenden Angaben

    Ein Auftrag in ein Land ohne IBAN sollte erst vollständig sein, wenn alle verlangten Daten aus verlässlicher Quelle vorliegen:

    • Kontonummer des Empfängers im nationalen Format
    • Routing-Code oder vergleichbarer Bank- beziehungsweise Filialcode
    • Name und, falls verlangt, Anschrift von Empfänger und Bank
    • BIC oder eine andere internationale Kennung, sofern vorgesehen
    • Währung, Zahlungszweck und Kostenregelung nach den Angaben der eigenen Bank

    Bleibt ein Feld unklar, ist eine Rückfrage bei der Empfängerbank oder dem eigenen Kreditinstitut sicherer als eine vermutete Ergänzung. Die genaue Bezeichnung des Auftrags entscheidet darüber, welche Daten geprüft und welche Gebührenbedingungen angewendet werden.